O governador Jerônimo Rodrigues assinou, neste sábado (18), a ordem de serviço para a construção da Maternidade Regional do Vale do Jiquiriçá, em Amargosa, ao lado da secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana. Com investimento de R$ 76,2 milhões — sendo R$ 50 milhões provenientes do Governo Federal, por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), e R$ 26,2 milhões do Estado — a nova unidade contará com 117 leitos, incluindo 35 destinados a cuidados intensivos e semi-intensivos maternos e neonatais.
A obra vai garantir às mulheres do Vale do Jiquiriçá mais tranquilidade e segurança durante a gestação, com uma estrutura moderna e acolhedora. Na ocasião, Jerônimo visitou o terreno e conheceu o projeto de construção do complexo. Os serviços estão sob a responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Urbano (Conder), ligada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur).
Para o mestre de obras Josemar Silva, morador de Amargosa e contratado para a construção, essa maternidade é muito especial. “É muito gratificante trabalhar numa obra dessa grandeza, trazer um hospital para a região, que vai desafogar as outras regiões. É uma emoção muito grande trabalhar aqui, se dedicar ao máximo e entregar no prazo da obra”, contou, emocionado.
A nova maternidade, que será entregue em 18 meses, será referência para gestação de alto risco e também contará com Centro de Parto Normal (CPN), oferecendo uma estrutura humanizada e moderna para o nascimento seguro. Terá suítes de pré-parto, parto e pós-parto; centro cirúrgico/obstétrico; setor de atendimento das urgências e emergências; diagnóstico por imagem e métodos gráficos; internação para as mulheres de alto risco; casa da gestante, bebê e puérpera e unidade de atendimento ambulatorial. Além disso, integrará a Rede de Atenção ao Parto e Nascimento da Região de Saúde de Santo Antônio de Jesus, com serviços como atenção a situações de abortamento e violência, diagnóstico por imagem, telemedicina e patologia clínica.
O governador Jerônimo Rodrigues pontuou a importância da unidade para a descentralização do atendimento. “Uma maternidade moderna, preparada para atender casos de alta complexidade e a gente não precisar correr para levar uma mulher em Jequié, Itaberaba, Feira de Santana ou Salvador. A gente sempre torce para que nossas mulheres não precisem sofrer com um parto difícil, mas a gente garante a segurança de um parto seguro”, afirmou.



