As ruas do bairro do Comércio ficaram lotadas neste domingo (12) durante a 2ª edição do Viver Salvador Comércio – Especial Dia das Crianças, promovida pela Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult). O evento transformou o centro histórico da capital em um grande parque a céu aberto, com atrações gratuitas para toda a família.
A programação ocupou diferentes pontos da região, como a Praça Maria Felipa, o Polo de Economia Criativa Doca 1, a Rua da Bélgica, Rua da Grécia e a Avenida Estados Unidos, além de equipamentos culturais como a Cidade da Música da Bahia. O público pôde aproveitar oficinas, espetáculos infantis, contação de histórias, apresentações musicais, arena gamer, brinquedos infláveis, feira gastronômica, espaços esportivos e brincadeiras educativas.
A vice-prefeita e secretária municipal de Cultura e Turismo, Ana Paula Matos, celebrou o sucesso do Viver Salvador. “A gente está aqui com a Viver Salvador, chamando as famílias para ocuparem as ruas da cidade, as crianças para se divertirem. Aqui tem atividades esportivas, de lazer, artísticas. E eu estou muito feliz por a Secult ter trazido esse projeto de Viver Salvador para ocupar as ruas da cidade”, declarou.
Ela ainda destacou o caráter inclusivo do evento e a proposta de sempre ter um olhar especial para as crianças, não apenas no dia delas. “A cidade está buscando, a cada evento cultural, a cada evento esportivo, ter esse olhar para a criança. Hoje tem aqui muitas famílias, e com inclusão, de uma forma que a pessoa não precisa do dinheiro para vir. Aqui os brinquedos são para todas as pessoas, toda a estrutura da cidade está à disposição das famílias”, salientou.
Entre as atrações que encantaram o público, a banda mirim do projeto Sódomo, ligada à banda Didá, levou energia e ritmo com uma apresentação de percussão feita inteiramente por crianças. A arte-educadora Lucila Laura, que integra o projeto, falou sobre a importância da arte como instrumento de transformação.
“Essas crianças têm aulas de dança afro, percussão e teatro. Hoje trouxeram toda essa energia para o evento. A arte é uma ferramenta essencial de educação e transformação. Eu mesma entrei no projeto aos 12 anos e hoje sou arte-educadora. É muito bonito ver essa multiplicação, esse legado de Neguinho do Samba sendo seguido por novas gerações”, disse.



