O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) abriu investigação sobre a juíza Tarcisia de Oliveira Fonseca Elias, da Comarca de Santa Cruz Cabrália, por suspeita de favorecimento em nomeações de advogados dativos e curadores especiais. O foco é o advogado Rodrigo Santos Silva, que teria sido designado repetidamente em 2024.
A corregedora Pilar Célia Tobio de Claro determinou aprofundamento do caso, citando vínculo profissional prévio entre magistrada e advogado, o que pode comprometer a percepção de imparcialidade. Apesar de existir um sistema de rodízio, não há comprovação de que ele tenha sido aplicado de forma transparente.
A juíza terá 15 dias para apresentar um relatório completo das nomeações de 2024 e 2025, detalhando advogados, processos e critérios usados, incluindo justificativas para eventuais exceções.



