A confirmação de Geraldo Júnior como vice na chapa do governador Jerônimo Rodrigues para 2026 não encerrou o debate pelo contrário, abriu uma nova frente de tensão nos bastidores. E quem entrou com força nesse cenário foi o ex-ministro Geddel Vieira Lima.
Com histórico de forte atuação política, Geddel passou a se movimentar após a definição, o que foi interpretado como um sinal claro de que ainda há peças sendo reposicionadas dentro do grupo governista. A escolha do vice, que deveria pacificar a base, acabou expondo desconfortos e disputas internas.
Nos bastidores, aliados admitem que a decisão não foi consenso absoluto e que a presença de Geddel no debate reacende negociações e pressões por espaço. Já entre opositores, o episódio é visto como evidência de fragilidade na articulação do governo.
A movimentação mostra que, mesmo com a chapa ganhando forma, o cenário político segue longe da estabilidade. O jogo continua aberto e cada declaração pode alterar o rumo das alianças.


