O vereador Carlos Bolsonaro (PL) usou as redes sociais neste domingo (14) para criticar a operação da Polícia Penal do Distrito Federal que escoltou o ex -presidente Jair Bolsonaro (PL), até hospital médico. Segundo ele, a ação teve o objetivo de humilhar o pai.
“Um comboio com mais de 20 homens armados de fuzis ostensivamente, acompanhados de mais de 10 batedores, reduzindo a velocidade da bem abaixo da permitida na via, apenas para promover a humilhação de um homem honesto”, escreveu nas redes sociais.
Foi a primeira vez que Bolsonaro deixou a prisão domiciliar desde que foi condenado a 27 anos e três meses pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. Segundo Carlos, a escolta seguiu no hospital. “Já no hospital, homens fardados e armados vigiam como se um senhor de 70 anos pudesse fugir por uma janela, assim como fazem em sua prisão domiciliar. Fica claro: o objetivo é fragilizá-lo, expô-lo e ofendê-lo”.
Bolsonaro chegou ao hospital pouco antes das 8h, acompanhado de Carlos e de Jair Renan (PL), vereador de Balneário Camboriú (SC). O procedimento de remoção de lesões na pele estava previsto para começar às 10h e teria duração de cerca de duas horas.
Em nova publicação, Carlos reforçou as críticas. “No fundo, o que não conseguiram em 2018, tentam agora, a qualquer custo, concluir. Não há como não se indignar! Querem matar Jair Bolsonaro de um jeito ou de outro”.
O deslocamento foi feito com sete carros e seis motos da Polícia Penal do DF, conforme determinação do ministro do STF Alexandre de Moraes. Alguns apoiadores se reuniram na porta do hospital durante a permanência do ex-presidente.



