O ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima reagiu com críticas às recentes declarações de ACM Neto. Para ele, o ex-prefeito de Salvador deixou cair a imagem moderada que tentava transmitir. “Um lobo não consegue manter a pele de cordeiro por muito tempo”, afirmou. “Isso não me surpreende. Isso é da origem. Afinal de contas, o menino Magalhães é neto do velho ACM, que fazia política assim, instigando todo mundo, agredindo todo mundo. Qual é a surpresa para vocês?”, disse Geddel, ao associar as falas do adversário ao estilo político que marcou o carlismo na Bahia. Na sequência, Geddel desafiou o ex-prefeito a apresentar obras ou investimentos realizados em Itapetinga ao longo de sua trajetória política. “Foi deputado por tantos anos, líder influente, poderoso dentro do partido. O que trouxe para Itapetinga? Que mostre uma cabeça de alfinete, uma obra sequer”, provocou. Embora tenha respondido às declarações, o ex-ministro disse que prefere discutir resultados e realizações. Segundo ele, o debate eleitoral deve ser travado no campo das ideias e de entregas feitas à população. “Acho que tem que brigar suas ideias e não as pessoas. Mas, se quiserem levar o debate para esse campo, estamos prontos”, declarou.
Rui destaca expansão da rede de saúde, ativa modo comparação e diz que oposição “não gosta de prefeito”
Durante plenária do PGP em Itapetinga, ex-governador criticou a “cara de pau” da oposição ao tratar do tema regulação quando a Prefeitura de Salvador mantém sua única maternidade funcionando exclusivamente por agendamento A ampliação da rede estadual de saúde, regionalizando o atendimento com especialidades que antes não chegavam ao interior, foi apontada pelo ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado pelo PT, Rui Costa, como exemplo das diferenças entre projetos políticos em disputa na Bahia e no Brasil. Durante a plenária do Programa de Governo Participativo (PGP) do Médio Sudoeste, realizada neste domingo (14), em Itapetinga, Rui defendeu que este é o momento de a população comparar realizações concretas e destacou os investimentos em novos hospitais e policlínicas realizados por meio da parceria entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador Jerônimo Rodrigues (PT). Ao citar as obras em andamento na região, Rui lembrou que o estado já conta com 26 policlínicas em funcionamento e ressaltou a expansão da rede regionalizada de saúde. “Hoje nós temos 26 policlínicas funcionando e Jerônimo está fazendo mais 9 em parceria com o presidente Lula, uma delas aqui em Itapetinga”, afirmou. Ao lado do governador Jerônimo e dos senadores Jaques Wagner (PT), pré-candidato à reeleição, e Otto Alencar (PSD), Rui também criticou o modelo adotado pela Prefeitura de Salvador para atendimento na maternidade municipal, entregue após quase 16 anos de promessa. O ex-governador ironizou o fato de a unidade funcionar com atendimento agendado, mesmo em casos de parto. “Se a mulher chegar agoniada lá, ‘o menino tá saindo’, o vigilante pergunta na porta: ‘Minha senhora, a senhora tem hora marcada? Volte para casa, ligue, marque a hora e volte para a senhora ser atendida’ ”, relatou.
PSD unido e fortalecido: Otto Alencar critica oposição e exalta parceria com Lula na Bahia
O senador Otto Alencar (PSD-BA) disse neste domingo (14) que o partido nunca esteve tão unido para uma eleição como a deste ano, em que apoia a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT). “Aqueles que achavam que uma saída iria desestabilizar o PSD erraram feio. O partido está mais unido na reeleição do governador, assim como estão todos os oito partidos que compõem essa aliança”, destacou. Segundo Otto, a força da base aliada está no respeito aos partidos e na participação de todos na construção do governo. “Nenhum partido ganha nada sozinho. É preciso reconhecer as alianças. Através delas, se constrói um governo, como faz o presidente Lula”, afirmou durante o Programa de Governo Participativo (PGP 2026), em Itapetinga. O senador lembrou ainda que as vitórias eleitorais do campo governista são resultado da união de diferentes legendas em torno de um projeto comum. O parlamentar também ressaltou a parceria entre os governos de Jerônimo e Lula, com investimentos destinados ao interior baiano. Ao citar obras em andamento na região de Itapetinga, Otto destacou a construção do novo Hospital Regional e da Policlínica do Médio Sudoeste. “Vocês vão ter aqui um ótimo hospital, com maternidade, UTI infantil, atendimento à mulher e capacidade para realizar cirurgias. Isso significa mais resolutividade e menos necessidade de deslocamento para outras cidades”, disse. O senador também demonstrou confiança na continuidade do projeto político liderado por Jerônimo Rodrigues e pelo presidente Lula. “A vitória de Jerônimo e de Lula está aqui, no meio do povo, nas entregas e nos investimentos que estão chegando aos municípios”, celebrou.
Itapetinga ferve com multidão no PGP e governo exibe obras como resultado da escuta popular
Loyola dispara: “É esse timão que muda a vida”; multidão lota PGP em Itapetinga e comemora obra de hospital como marco de gestão participativa Um mar de gente tomou conta do Médio Sudoeste baiano neste domingo (14). A cidade de Itapetinga foi palco de mais uma edição do Programa de Governo Participativo (PGP), evento que, para variar, transformou as ruas em um verdadeiro caldeirão de reivindicações, esperanças e decisões da chapa petista com Jerônimo Rodrigues na cabeça e Jaques Wagner e Rui Costa, na corrida ao Senado. “Uma multidão, para variar”, resumiu o secretário liderança de Relações Institucionais do governo Jerônimo Rodrigues, Adolpho Loyola, ao registrar sua emoção nas redes sociais, visivelmente impactado pela adesão popular. O tom de euforia contagiou a plenária, que compareceu não apenas para ouvir, mas, sobretudo, para falar e, finalmente, se sentir ouvido. O modelo do PGP, que já se consolidou como um termômetro da relação entre governo e população, mostrou novamente sua força. O evento não foi apenas um ato de retórica. Segundo os discursos das principais lideranças, as decisões tomadas em encontros anteriores já estão saindo do papel – e em ritmo acelerado. Obra em andamento e promessa renovada Um dos principais marcos de resultado apresentado foi o avanço das obras do hospital e da policlínica, promessas firmadas no PGP de 2022. “Aqui no Médio Sudoeste, no PGP de 22, teve hospital e policlínica, que já estão em obras”, declarou Loyola. Mais do que celebrar o progresso físico das construções, a revelação de Loyola teve um tom de compromisso com o método que, segundo o governo Jerônimo, tem dado certo: ouvir antes de agir. “E é assim que a gente vai acertando”, afirmou, defendendo que a escuta ativa é a engrenagem central da máquina administrativa. Metáfora do timão e a força do povo Em um momento de clara celebração, o discurso de Loyola recorreu a uma metáfora popular para resumir a filosofia de gestão petista: “Porque é esse timão aqui que muda a vida da Bahia, que muda a vida das pessoas.” A imagem do timão com uma enorme torcida organizada foi usada por Loyola para simbolizar que o poder não está em quem governa sozinho, mas na sintonia entre o povo e seus representantes. “Nós vamos continuar ouvindo o nosso povo”, garantiu, fechando o discurso com a promessa de que a sequência de obras e melhorias não vai parar. Impacto político Enquanto as máquinas trabalham nos canteiros do novo hospital e da policlínica, o recado político do evento foi claro: em Itapetinga e no Médio Sudoeste, o governo aposta todas as fichas na participação popular como termômetro de sucesso. Para a multidão que foi ouvir, falar e ser ouvida, a mensagem que fica é de que o timão está firme – e o navio, enfim, mudou de rumo. Um mar de gente tomou conta do Médio Sudoeste baiano neste domingo (14). A cidade de Itapetinga foi palco de mais uma edição do Programa de Governo Participativo (PGP), evento que, para variar, transformou as ruas em um verdadeiro caldeirão de reivindicações, esperanças e decisões da chapa petista com Jerônimo Rodrigues na cabeça e Jaques Wagner e Rui Costa, na corrida ao Senado. “Uma multidão, para variar”, resumiu o secretário liderança de Relações Institucionais do governo Jerônimo Rodrigues, Adolpho Loyola, ao registrar sua emoção nas redes sociais, visivelmente impactado pela adesão popular. O tom de euforia contagiou a plenária, que compareceu não apenas para ouvir, mas, sobretudo, para falar e, finalmente, se sentir ouvido. O modelo do PGP, que já se consolidou como um termômetro da relação entre governo e população, mostrou novamente sua força. O evento não foi apenas um ato de retórica. Segundo os discursos das principais lideranças, as decisões tomadas em encontros anteriores já estão saindo do papel – e em ritmo acelerado. Obra em andamento e promessa renovada Um dos principais marcos de resultado apresentado foi o avanço das obras do hospital e da policlínica, promessas firmadas no PGP de 2022. “Aqui no Médio Sudoeste, no PGP de 22, teve hospital e policlínica, que já estão em obras”, declarou Loyola. Mais do que celebrar o progresso físico das construções, a revelação de Loyola teve um tom de compromisso com o método que, segundo o governo Jerônimo, tem dado certo: ouvir antes de agir. “E é assim que a gente vai acertando”, afirmou, defendendo que a escuta ativa é a engrenagem central da máquina administrativa. Metáfora do timão e a força do povo Em um momento de clara celebração, o discurso de Loyola recorreu a uma metáfora popular para resumir a filosofia de gestão petista: “Porque é esse timão aqui que muda a vida da Bahia, que muda a vida das pessoas.” A imagem do timão com uma enorme torcida organizada foi usada por Loyola para simbolizar que o poder não está em quem governa sozinho, mas na sintonia entre o povo e seus representantes. “Nós vamos continuar ouvindo o nosso povo”, garantiu, fechando o discurso com a promessa de que a sequência de obras e melhorias não vai parar. Impacto político Enquanto as máquinas trabalham nos canteiros do novo hospital e da policlínica, o recado político do evento foi claro: em Itapetinga e no Médio Sudoeste, o governo aposta todas as fichas na participação popular como termômetro de sucesso. Para a multidão que foi ouvir, falar e ser ouvida, a mensagem que fica é de que o timão está firme – e o navio, enfim, mudou de rumo.


