Encontro gratuito recebe no mês de junho a escritora Jacqueline Meire Em clima de São João o coletivo Raiz Livraria lança nova agenda mensal na Livraria Escariz, no Shopping Barra. No próximo dia 2 de junho, a partir das 18h, a roda literária terá como destaque a baiana Jacqueline Meire, ilustradora e escritora de livros infantis como Luiz Rei, inspirado em Luiz Gonzaga. A autora, que também participou da coletânea A História por trás da História participa da atividade que ocupa a Alameda dos Autores Baianos, transformando o espaço da livraria em um ambiente de troca direta entre autores e público. “Queremos criar pontes reais entre quem escreve e quem lê. Promover encontros na livraria, especialmente em um espaço que valoriza escritores baianos, é uma forma de reafirmar que a literatura local é viva, potente e merece ser celebrada continuamente”, afirma Katiana Rigaud, idealizadora da Raiz Livraria. A escritora Jacqueline Meire é educadora há mais de 20 anos autora de livros, como Luiz Rei (Editora O Artífice) e Chão, pão e coração (Editora Arpillera) promete um bate papo sobre sua trajetória na literatura, o trabalho voltado às infâncias e sua participação na cena literária. “Quero encontrar muita gente. Gente que já conhece meu trabalho com as infâncias, que conhece a Raiz Livraria, que valoriza a qualidade da produção independente baiana. Nasci escritora. Escrevo desde criança. Tornei-me educadora por acreditar na potência do ser humano. A literatura e a educação são o que me move”, declara Jacqueline Meire. Quem é Jacqueline Meire Mestra em Educação e Contemporaneidade, atua como pesquisadora, ilustradora, professora, escritora e contadora de histórias. Tem textos publicados no Brasil e em outros países. Autora e ilustradora de Luiz Rei, lançado pelo Selo Trajetórias da Editora O Artífice. Chão, pão, coração é o segundo livro de sua autoria lançado pela Editora Arpillera para todas as infâncias. A autora integra os coletivos Raiz Livraria e Liga do Dendê. SERVIÇO O que? Roda de conversa “A História por trás da História Onde? Livraria Escariz, Shopping Barra Quando? 02 de junho, às 18h
Inscrições para o Corre do Amanhã, programa da Olympikus e do Instituto Vanderlei Cordeiro de Lima, terminam neste domingo (31)
As inscrições para o Corre do Amanhã, programa de formação de atletas de alto rendimento criado pela Olympikus em parceria com o Instituto Vanderlei Cordeiro de Lima (IVCL), entram na reta final e se encerram neste domingo, 31 de maio. A iniciativa busca revelar e desenvolver novos talentos do atletismo brasileiro por meio de suporte técnico, multidisciplinar e de longo prazo. Na próxima segunda-feira, 1º de junho, Porto Alegre recebe a seletiva presencial da Região Sul, na Pista do CETE. A etapa faz parte dos Testes Motores “In Loco”, que percorrem diferentes regiões do país ao longo do processo seletivo. As seletivas presenciais já passaram por Cuiabá (MT), no Centro-Oeste, e Campinas (SP), no Sudeste. Além da etapa no Sul, o cronograma prevê ainda seletivas em Recife (PE), no dia 17 de junho, na Pista do Santos Dumont, representando a Região Nordeste, e em Manaus (AM), no dia 20 de junho, na Pista Vila Olímpica, pela Região Norte. As avaliações presenciais são consideradas um diferencial no processo de seleção dos atletas. Criado para fomentar o atletismo nacional desde a base, o Corre do Amanhã oferecerá aos jovens selecionados acompanhamento técnico, suporte psicológico, nutricional e educacional, além de estrutura de treinamento no Centro Esportivo de Alto Rendimento de Campinas (CEAR). O projeto faz parte da plataforma da Olympikus voltada ao fortalecimento da corrida brasileira e ao desenvolvimento de futuros nomes do esporte nacional. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até às 23h59 deste domingo (31), pelo site do Instituto Vanderlei Cordeiro de Lima. O projeto visa atletas entre 18 e 23 anos, com histórico competitivo nas distâncias acima de 2000m (pista e rua), que demonstrem potencial e compromisso com o alto rendimento. Mais informações sobre o processo seletivo, regulamento e etapas estão disponíveis nos perfis oficiais da Olympikus (@olympikus) e do IVCL (@ivcl_esportesocial) no Instagram. Serviço – Corre do Amanhã Prazo final para inscrição: 31/05/26 Local de inscrição: Site Instituto Vanderlei Cordeiro de Lima (link aqui) Formulário de inscrição: (link aqui)
O Tardio, de Maurício Melo Júnior
O pano de fundo de O Tardio é o Brasil dos anos 1970, período mais duro da ditadura militar: o AI-5 em vigor, a tortura como prática de Estado. Em meio a isso, uma geração de jovens escolheu o caminho oposto — a estrada, a contracultura, a busca por paz e liberdade. Mas o que significa liberdade quando tudo ao redor conspira para impedi-la? Será que eles estão dispostos a pagar o preço que for para conquistá-la? A vida de Sérgio parecia seguir um caminho bastante tradicional. Uma infância e adolescência comuns, marcadas pela forte presença do catolicismo — à época, quase uma regra em todo o país, inclusive em Pernambuco, onde nasceu. Sua família já não possuía o status social de outrora, mas ele conseguiu se formar em Direito. Casou-se. A esposa, professora, dividia-se entre a casa, os estudos e as salas de aula. Tiveram filhas. Tudo dentro do convencional. No entanto, a perda de um parente próximo fez reaparecer uma figura há muito aprisionada no silêncio familiar: a de Roberto, seu irmão. Anos atrás, a morte de Roberto e suas escolhas de vida sempre foram um tabu acobertado por seus pais e por todos. O caçula Sérgio, que sempre recebera poucas informações a respeito de seu irmão, agora tinha em mãos mais do que imaginara em toda a sua vida. Ainda assim não era suficiente. Ele precisava de mais. Tinha necessidade de descobrir novas peças da história de seu irmão, cuja morte coincidira com a data de seu próprio nascimento. Angustiado, Sérgio deixa tudo para trás e põe o pé na estrada. A trajetória de Sérgio em busca de respostas é guiada por cartões-postais encontrados na casa de seu tio, logo após seu falecimento. As correspondências foram escritas por seu irmão durante suas andanças e enviadas ao tio ao longo dos anos. Por onde passa, o advogado abandona a gravata, adota a bata indiana e o pano vermelho do artesanato, recolhe informações e vivências que o ajudam a montar o quebra-cabeças da história de Beto. Nesse percurso, Sérgio começa também a questionar suas próprias escolhas, desejos e certezas, colocando à prova tudo o que havia construído, inclusive o casamento e a vida profissional deixados para trás no Recife. Aos poucos, a figura de Roberto ganha corpo: um rapaz calado e religioso que, no fim dos anos 1970, abandonou a casa dos pais em Palmares e se tornou hippie ao lado de Caliandra. Juntos, os dois percorreram o país em busca de um modo de viver mais livre. O rastro some no interior de Goiás. E é até lá que Sérgio precisa chegar. O escritor Maurício Melo Júnior nos conduz por essa jornada na qual o protagonista atravessa cidades do Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste do país, refazendo o caminho do irmão. Sua maneira de nos apresentar esse mundo, transforma paisagem em estado de espírito: “o asfalto do sertão é uma cobra negra e rastejante”, “o calor sobe do chão como nuvem”, “cada lugar carrega o peso de quem passou por ele”. O Brasil que emerge dessas páginas é místico e distante do modo de vida tradicional. Nessa leitura, fazemos uma travessia ao lado de andarilhos que esperam e buscam a chamada Era de Aquarius.
O que ‘Diabo Veste Prada 2’ ensina sobre reputação de executivos
Entre entrevistas estratégicas e mudanças de narrativa, o filme aproxima o universo da moda das discussões atuais sobre liderança Miranda Priestly passou vinte anos sendo lembrada como a chefe que jogava o casaco sobre a mesa sem olhar para quem pegaria, transformava silêncio em pressão e fazia assistentes correrem atrás de exigências impossíveis. Em 2006, esse comportamento era quase admirado, o preço de trabalhar com os melhores. Em “O Diabo Veste Prada 2”, porém, esse modelo começa a perder força. A Runway, revista de moda comandada por Miranda, perde espaço para Instagram e TikTok, o mercado editorial impresso encolhe e a executiva mais temida do cinema percebe que autoridade, sozinha, já não garante relevância. É Andy Sachs, agora jornalista, quem reaparece para ajudar a reorganizar a imagem da antiga chefe. Ao longo do filme, ela assume quase um papel de PR, ao reconstruir a narrativa pública em torno de Miranda e da própria Runway. “Hoje, reputação não está ligada apenas ao resultado que uma liderança entrega, mas à forma como ela se comunica e é percebida pelas pessoas”, afirma Marina Mosol, especialista em reputação da Agência NoAr. “Existe uma expectativa maior por coerência, transparência e conexão humana”. A crise de imagem começa quando a narrativa escapa do controle A primeira movimentação de Andy não é uma entrevista cuidadosamente controlada nem uma tentativa imediata de defender Miranda. Ela publica uma reportagem sobre a crise da Runway mostrando justamente aquilo que a executiva sempre evitou expor: dúvidas, desgaste e dificuldade para manter a revista relevante em um mercado que mudou completamente. Em vez de apostar apenas em controle de danos, estratégia usada para conter crises de imagem, Andy escolhe reposicionar a percepção pública sobre Miranda. “Executivos que tentam sustentar uma imagem excessivamente distante acabam criando barreiras com o público”, diz Marina. “Hoje existe uma valorização maior de lideranças que conseguem demonstrar humanidade sem perder credibilidade.” Como uma entrevista estratégica devolve relevância à marca Depois de estabilizar a percepção em torno de Miranda, Andy consegue uma entrevista exclusiva com Sasha Barnes, uma das mulheres mais influentes da indústria da moda, afastada dos holofotes há anos. A movimentação devolve relevância para a Runway e mostra como relacionamento e credibilidade continuam tendo peso na construção de imagem. No universo de PR, esse movimento é conhecido como gestão de narrativa, em que cria contextos capazes de mudar a forma como marcas e lideranças são percebidas. “O networking continua tendo um peso enorme na reputação de executivos e marcas, mas hoje ele está muito mais ligado à confiança construída ao longo do tempo do que a relações puramente circunstanciais”, afirma a especialista. A imagem de um executivo também passa pela equipe ao redor À medida que a crise vai sendo contornada, o filme também expõe um padrão antigo dentro da revista: Miranda sempre concentrou os holofotes nela mesma, enquanto profissionais importantes da equipe permaneciam nos bastidores, como Nigel, responsável por boa parte da identidade criativa da Runway. Em um momento decisivo, Andy sugere que Miranda dê mais espaço para que ele apareça publicamente. O gesto muda a forma como aquela liderança passa a ser percebida dentro e fora da empresa. Uma cultura que já não funciona da mesma forma
Maratona Internacional de Porto Alegre Olympikus 2026 tem como grandes campeões Gelane Senbete (ETI) e Daniel Sang (QUE)
Uma edição histórica, com recordes além dos 30 mil inscritos, foi consagrada neste domingo (31). A Maratona Internacional de Porto Alegre Olympikus 2026 conheceu seus grandes campeões e virou um marco para o atletismo brasileiro. A prova principal, com os 42,195 km mais planos do Brasil, teve como destaques de sua 41ª edição Gelane Sanbete (ETI) e Daniel Sang (KEN) que bateu o recorde da prova e de uma maratona realizada no Brasil. Ao cruzarem o pórtico de chegada, na arena montada na Avenida Diário de Notícias, em frente ao BarraShoppingSul, eles escreveram seus nomes na galeria dos campeões da maratona oficial mais antiga e, agora, mais rápida do país. O evento teve cinco dias de programação com a Feira da Maratona e a realização das provas de 21,097 km (meia maratona), 10 km e 5 km, além da Maratoninha, no sábado (30). Neste domingo (31), o queniano Daniel Sang foi o homem mais rápido da história em solo brasileiro nos 42,195 km. Ele completou o percurso plano com o tempo de 2h10min21 batendo o recorde de uma maratona realizada no Brasil, que era de Vanderlei Cordeiro de Lima (2h11min19) em 2002, e o da prova, que era do brasileiro Luís Carlos da Silva (2:12:59) de 1994. Destaque, ainda, para o segundo colocado, Eliasa Kibet (KEN) que, também, terminou a prova abaixo do recorde em solo brasileiro com o tempo de 2h10min59, sendo que os seis primeiros colocados terminaram abaixo do antigo recorde da prova. Já a atleta da Etiópia Gelane Senbete foi a grande vencedora entre as mulheres, garantindo o lugar mais alto do pódio ao cruzar a linha de chegada com a marca de 2h31min16, quebrando o recorde da prova que era da queniana Ednah Mukhwana (2h32min41) em 2013. Além de escreverem seus nomes nos troféus de campeões da Maratona Internacional de Porto Alegre Olympikus 2026, cada um faturou a premiação de R$ 150 mil pelo título em solo gaúcho. Sang ainda recebe o bônus de R$ 100 mil por estabelecer a melhor marca de uma maratona realizada em solo brasileiro. “Estou muito feliz pela vitória e conquistar o recorde do Brasil, um país que estou gostando muito, é tudo muito bom. Agradeço meu treinador e toda minha equipe. O treino foi muito forte e deu tudo certo”, destacou o queniano campeão e recordista da Maratona, Daniel Sang que está no país pela primeira vez. A próxima Maratona Internacional de Porto Alegre já tem data marcada. A 42ª edição será realizada nos dias 5 e 6 de junho de 2027. Novamente, o primeiro dia de corridas terá as provas de 21,097 km da meia maratona, 10 km e 5 km, além da Maratoninha, para crianças de até 13 anos. No dia seguinte é a vez da prova principal, os 42,195 km da maratona. As inscrições serão abertas em breve, na ticketeira Ticket Sports. Os 42,195 km de emoção em Porto Alegre Os holofotes deste domingo (31) se voltaram ao atletas que encaram os 42,195 km mais planos de todas as edições do evento. Com apenas 14 metros de altimetria acumulada, o trajeto uniu longas retas pela Orla do Guaíba e a imersão cultural no Centro Histórico, proporcionando as condições ideais para a alta performance e a quebra de recordes pessoais. Sob um clima favorável e o incentivo do público, a largada foi dada pontualmente às 6h. Com temperatura média de 15ºC, a prova começou em ritmo forte. No feminino, a queniana e bicampeã Vivian Kiplagati assumiu a liderança logo nos primeiros quilômetros, seguida pela argentina Florencia Borelli e pela etíope Gelane Senbete, formando o pelotão que passou a ditar o ritmo da disputa. Durante a primeira hora de corrida, as atletas seguiram agrupadas na ponta. No masculino, Giovani dos Santos liderou os quilômetros iniciais, acompanhado pelos quenianos Hillary Biwott e Eliasa Kibet. Já na marca dos 15 km, os brasileiros Giovani dos Santos e José Marcio Leão apareciam na frente, seguidos de perto por atletas africanos, mantendo o grupo principal compacto. Passada a metade do percurso, nos 21 km, no bloco masculino, o queniano Eliasa Kibet tentou disparar, mas a tentativa foi neutralizada pelos outros corredores. Já no feminino seguia o pelotão liderado por Vivian Kiplagati e Florencia Borelli. Durante o percurso, os atletas puderam sentir o apoio do público, especialmente, na passagem pelo mercado público. Com 30 quilômetros de prova, o queniano Victor Kimplimo assumiu a ponta, seguido pelos compatriotas Nicolas Kiptoo Kosgei, Eliasa Kibet e Daniel Sang. Já no feminino, seis atletas disputavam a ponta, com Vivian Kiplagati, Florencia Borelli e Gelane Senbete no bloco. A parte final da prova foi de surpresas. No bloco masculino, o queniano Daniel Sang tomou a liderança do pelotão, chegou a ser seguido de perto por Eliasa Kibet, mas abriu uma grande vantagem para conquistar a vitória e bater o recorde de uma maratona realizada no Brasil e da prova, em uma chegada emocionante. No feminino, a atleta da Etiópia Gelane Senbete assumiu a ponta e abriu margem das oponentes para se tornar a grande campeã e bater o recorde da prova. Sábado de bicampeonato e recorde A ação esportiva da Maratona Internacional de Porto Alegre Olympikus 2026 começou ainda no sábado (30), com as provas que reuniram 20 mil corredores. O grande destaque do primeiro dia foi a Meia Maratona (21,097 km), que concentrou 13 mil inscritos. Na categoria feminina, a colombiana naturalizada brasileira Laura Morales conquistou o bicampeonato consecutivo da prova e quebrou novamente o recorde novamente ao cruzar a linha de chegada com o tempo de 1h14m34. Entre os homens, o paulista Fernando Augusto garantiu o lugar mais alto do pódio ao cravar o tempo de 1h04min38.
Anamaco alerta que fim da escala 6×1 pode pressionar empregos no varejo de material de construção
A aprovação, pela Câmara dos Deputados, da proposta que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal de trabalho acendeu um alerta no varejo de material de construção. Para a Associação Nacional de Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), entidade que representa 160 mil lojistas no país, o tema precisa ser debatido com equilíbrio para que a busca por mais qualidade de vida não produza, na prática, efeitos negativos sobre a manutenção dos empregos. A preocupação foi reforçada durante um webinar promovido pela entidade com lideranças de federações e associações de lojistas de material de construção de todo o Brasil, entre elas 3 Fecomacs e 38 Acomacs. O encontro reuniu representantes regionais do setor e evidenciou a apreensão de empresários diante dos possíveis impactos da mudança sobre os custos operacionais, o funcionamento das lojas, a necessidade de reorganização de equipes e a preservação de postos de trabalho. A proposta aprovada na Câmara segue agora para análise do Senado Federal. O texto prevê a redução gradual da jornada semanal, com dois dias de descanso remunerado e sem redução salarial. O Sistema Anamaco reconhece a relevância da discussão sobre qualidade de vida, saúde do trabalhador e modernização das relações de trabalho, mas avalia que a mudança pode gerar impactos relevantes em setores que dependem fortemente de mão de obra presencial. Setor que movimenta R$ 238,9 bilhões alerta para impactos do fim da escala 6×1 No varejo de material de construção, essa preocupação é considerada especialmente sensível. O setor é formado majoritariamente por pequenos e médios negócios, empresas familiares e operações regionais que dependem de atendimento direto ao consumidor, funcionamento aos sábados, entrega de mercadorias, reposição de estoque, logística e equipes presenciais. Segundo estudo do Instituto de Pesquisas Anamaco, o Brasil conta com 160.627 lojas varejistas de material de construção em 2025. O levantamento também aponta faturamento de R$ 238,9 bilhões em 2025, com crescimento nominal de 2,4% em relação ao ano anterior. O varejo de material de construção representa aproximadamente 1,88% do PIB nacional, enquanto a cadeia da construção corresponde a cerca de 6,6% do PIB brasileiro. “Todos nós queremos melhores condições de vida para os trabalhadores. Esse é um debate legítimo. Mas qualquer mudança desse porte precisa considerar a capacidade real das empresas de absorver novos custos sem reduzir postos de trabalho. O que ouvimos das lideranças regionais é uma preocupação concreta: se a conta não fechar, o risco é que uma medida criada para ampliar descanso acabe provocando desemprego em parte do comércio”, afirma Cassio Tucunduva, presidente da Anamaco. Apesar da relevância econômica, o setor opera em um ambiente de pressão. Juros elevados, crédito mais restrito, consumo cauteloso, aumento de custos operacionais e margens apertadas já afetam a tomada de decisão de empresas do varejo e da indústria de materiais de construção. Nos últimos meses e anos, o mercado tem registrado movimentos importantes de reestruturação, com importantes empresas multinacionais anunciando a saída do segmento de distribuição de material de construção no Brasil, anúncios de reestruturação e fechamento de unidades no varejo e na indústria. Para a Anamaco, esses casos não devem ser tratados como episódios isolados, mas como sinais de um setor que passa por ajustes de eficiência, revisão de custos e adaptação a um novo ciclo econômico.
Ivete Sangalo irá formar banda com Ronaldinho Gaúcho e campeões de 2002 no Maracanã
Ivete Sangalo não estará sozinha no Maracanã neste domingo. A cantora vai comandar uma apresentação especial com transmissão nacional e que terá a participação de Ronaldinho Gaúcho, Edílson Capetinha, Júnior, Belletti e Denílson. O show de Esquenta, patrocinado por Guaraná Antarctica antes do Jogo de Despedida da Seleção rumo ao hexa, recria, em clima de pagode, a energia originalmente brasileira dos pentacampeões em 2002. A confirmação foi feita por Ronaldinho Gaúcho em sua conta oficial no Instagram, em publicação colaborativa com Guaraná Antarctica.. O anúncio veio um dia depois de a marca lançar um teaser em formato de videochamada, no qual Edílson e Ronaldinho relembravam os bastidores da conquista do penta. Ao longo da conversa, outros campeões entraram na chamada e deixaram no ar a possibilidade de um reencontro com Ivete no show de Esquenta do jogo de despedida da Seleção. A escolha da cantora tem ligação direta com aquela memória. Em 2002, Ivete comandou o trio elétrico que recebeu os jogadores em Brasília durante a festa do pentacampeonato. A participação dela, na época, foi articulada por Edílson Capetinha. Agora, 24 anos depois, Guaraná Antarctica reúne novamente a artista e parte daquela geração para trazer de volta aquele clima de festa que contagiou jogadores e torcedores no penta — desta vez para impulsionar o Brasil rumo ao hexa. Uma resenha dentro do show A iniciativa da marca integra a campanha “Sede de Torcer é Coisa Nossa”. Ícone da cultura brasileira e há mais de 25 anos ao lado da Seleção Brasileira, Guaraná Antarctica transforma o futebol em uma plataforma de conexão emocional, celebração e experiências coletivas. Mais do que patrocinar, a marca da Ambev ajuda a mobilizar a torcida e reforçar o orgulho nacional em torno da Seleção. “Guaraná Antarctica celebra o jeito único do brasileiro torcer, e essa mistura de futebol, música e resenha está no nosso DNA. Só o Original do Brasil, que está ao lado da Seleção Brasileira desde antes da conquista do Penta, poderia reunir os campeões de 2002 em um momento com essa cara de Brasil. Nosso objetivo foi resgatar a energia que levou o Brasil ao penta para alimentar a sede de torcer e vencer rumo ao hexa. É entretenimento que faz sentido para o torcedor, não importa se ele vibra na arquibancada ou em casa”, afirma Guilherme Poyares, diretor de Marketing de Guaraná Antarctica. Torcida em campo Os torcedores que forem ao Maracanã acompanhar a partida de despedida da Seleção devem chegar cedo: a apresentação especial começa às 16h30. O show será transmitido ao vivo no Multishow, com sinal aberto do canal disponível para não assinantes no Globoplay, e no BIS, com acesso no Globoplay para assinantes do plano Premium. A transmissão, em parceria com a ViU, será em formato live nos perfis do Multishow e Globoplay no Instagram e TikTok. Na TV Globo, os melhores momentos da apresentação serão exibidos em inserções proprietárias da marca durante os intervalos do ‘Domingão com Huck’ e do ‘Fantástico’.
Gegê Magalhães oficializa pré-candidatura a Deputado Federal com foco em emprego e renda
O cenário político baiano ganha um reforço de peso com a oficialização da pré-candidatura de Gegê Magalhães a deputado federal. Conhecido por sua gestão transformadora e resultados expressivos na liderança do turismo na capital baiana, Gegê projeta agora levar o modelo de sucesso implementado em Salvador para todo o estado da Bahia, utilizando o turismo como o principal motor de desenvolvimento econômico, geração de emprego e distribuição de renda. Com uma trajetória marcada pelo dinamismo e pela capacidade de articulação, Gegê Magalhães se consolidou como uma das figuras públicas mais eficientes do setor. Durante sua atuação como diretor de Turismo de Salvador, a capital viveu um período de reposicionamento global, batendo recordes de ocupação hoteleira, atraindo novos voos internacionais e fortalecendo o turismo de eventos — transformando a atividade em um pilar robusto da economia local. “O turismo não é apenas lazer; ele é uma das indústrias mais rápidas e eficazes para gerar emprego na ponta, desde o vendedor ambulante até a grande rede de hotéis. Salvador provou que, com gestão técnica, infraestrutura e criatividade, o turismo transforma vidas. Meu objetivo é replicar esse potencial em cada região da Bahia”, afirma Gegê Magalhães. Desenvolvimento regional, qualificação profissional e infraestrutura A pré-candidatura de Gegê Magalhães nasce com o compromisso de defender políticas públicas voltadas para a geração de emprego, renda e oportunidades em todas as regiões da Bahia. Entre suas principais bandeiras estão a ampliação da qualificação profissional, a capacitação de trabalhadores para o mercado de trabalho, o fortalecimento do empreendedorismo, os investimentos em infraestrutura e a valorização das vocações econômicas de cada território baiano. Para Gegê, o turismo representa uma das atividades econômicas mais democráticas e eficientes para promover desenvolvimento social, especialmente em um estado que possui algumas das maiores riquezas naturais, culturais, históricas e religiosas do Brasil. “A Bahia possui treze zonas turísticas com características únicas e enorme potencial de crescimento. Em muitas cidades, o turismo é uma atividade essencial para a economia local. Por isso, precisamos investir não apenas na promoção dos destinos, mas também na qualificação das pessoas, na capacitação profissional, no empreendedorismo e na melhoria da infraestrutura que permite ao visitante chegar com segurança e conforto aos nossos municípios”, destaca. A proposta prevê a defesa de investimentos federais para a melhoria de estradas, aeroportos, portos, equipamentos turísticos e espaços públicos, além da ampliação de programas de formação profissional voltados para jovens e trabalhadores que buscam inserção ou recolocação no mercado de trabalho. “Quando investimos em turismo, investimos em hotéis, restaurantes, transporte, comércio, cultura, esporte, entretenimento e serviços. Estamos falando de uma cadeia produtiva gigantesca que gera emprego e renda para milhares de famílias. O desenvolvimento da Bahia passa necessariamente pela valorização de suas potencialidades e pela preparação das pessoas para aproveitarem essas oportunidades”, afirma Gegê Magalhães.
PEB levanta a bandeira dos eSports por todo o Brasil e amplia os momentos de contato com a comunidade
O PEB (Prêmio Esports Brasil), maior celebração dos games e esportes eletrônicos da América Latina, comemora em 2026 a sua décima edição e ao longo do ano vai percorrer o Brasil para levar e exaltar a cultura gamer pelos quatro cantos do país. O novo movimento reforça a evolução do PEB quanto à plataforma de reverberação dos esportes eletrônicos em diferentes ambientes e amplia o trilho de conteúdos always-on já característico do evento. Entre ativações e outras iniciativas, o público poderá acompanhar o PEB em locais de conexão entre indústria, criadores e fãs, nos mais diferentes momentos do calendário gamer. “O PEB expandiu sua atuação, incorporando novas frentes ligadas à cultura gamer e digital, como diversidade e inclusão, conexões com música e outras verticais da cultura digital”, destaca Leandro Valentim, CEO da Player1, “Vamos desenvolver mais conteúdos ao longo de todo o ano para criar diferentes pontos de contato com a comunidade e com as marcas. O recorde de parceiros na premiação de 2025 mostra que esse movimento foi entendido e abraçado pelo mercado”. Na prática, essa evolução se traduz em uma presença cada vez mais distribuída e estratégica, com o PEB ocupando novos espaços de relevância dentro da cultura gamer. Além da forte presença na Rio2C, que acontece de 26 a 31 de maio no Rio de Janeiro, com painéis e mentorias, o PEB estará na Comic Nerd no dia 30 de maio e já se prepara para outras iniciativas, incluindo conteúdos proprietários e projetos que reforçam o diálogo com a comunidade. Além de promover o cenário competitivo no país, o objetivo é ampliar o alcance do PEB e consolidar seu papel de hub de conexão entre indústria, talentos e fãs por todo o país. Organizada pela Player1 e V3A, a décima edição do PEB acontece em dezembro, em São Paulo. Para acompanhar todas as novidades, bastidores e conteúdos exclusivos do evento, siga o PEB no Instagram, Threads, BlueSky, TikTok, X e Facebook, ou acesse o site oficial.
Bahia está entre os 10 estados mais desejados para viajar e praticar esportes em 2026, segundo pesquisa
O estudo da Maximum Boxing também aponta Estados Unidos, Espanha e França como principais destinos internacionais desejados pelos brasileiros para buscar experiências esportivas Com a Copa do Mundo se aproximando, o turismo esportivo tem ganhado espaço entre os brasileiros e já aparece como um dos fatores que influenciam a escolha de destinos. Dados do Ministério do Turismo indicam que o turismo de bem-estar (15%) e o turismo esportivo (14%) estão entre as experiências de maior interesse para as próximas viagens. Diante desse cenário, um levantamento da Maximum Boxing, empresa de equipamentos de combate, mostra que o esporte vem se consolidando como uma das principais motivações para viagens. Entre os entrevistados, 54,8% afirmam que assistir a eventos e campeonatos ao vivo é o principal fator na escolha de um destino, e outros 46,6% dizem viajar para praticar esportes, seja por hobbies ou competições. O estudo também mostra para onde esse interesse se direciona geograficamente. No Brasil, os estados mais buscados para turismo esportivo são liderados por Rio de Janeiro e São Paulo, seguidos por Santa Catarina, Minas Gerais e Bahia, indicando uma concentração em destinos que já possuem tradição em grandes eventos esportivos ou forte infraestrutura turística.


