O prefeito de Jequié, Zé Cocá, está encaminhado para ser candidato a vice-governador na chapa encabeçada pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto nas eleições de 2026. Apuração do Informe Baiano já havia sinalizado na última segunda-feira (02/03) que havia cerca de 90% de chances de a articulação ser confirmada. Agora, segundo fontes ouvidas pela reportagem, resta apenas o aval do prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo, para que o martelo seja batido e a composição da chapa seja oficialmente consolidada. Considerado a principal liderança da oposição no interior da Bahia, Zé Ronaldo já confirmou a aliados que entrará com força máxima na campanha oposicionista. Zé e Bruno Reis serão os principais coordenadores das campanhas de Neto, João Roma e Angelo Coronel. O gestor de Feira terá também papel estratégico na articulação política em diversas regiões do estado. Zé Cocá foi reeleito prefeito de Jequié com mais de 90% dos votos e mantém forte influência no Médio Sudoeste baiano, além do Vale do Jiquiriçá.
Governador Jerônimo Rodrigues inaugura escola de tempo integral em Correntina nesta sexta(6)
O governador Jerônimo Rodrigues estará em Correntina nesta sexta-feira (6), a partir das 9h30, onde inaugura o Colégio Estadual de Tempo Integral Cenilda Selma Scherrer Stimer, no Distrito de Rosário. Na localidade, o governador também entrega a pavimentação asfáltica do acesso à nova unidade escolar e prestigia a AgroRosário 2026, evento que traz informações e inovações tecnológicas para os profissionais da cadeia produtiva do Oeste da Bahia. ServiçoData: Sexta-feira (06/03/2026)Horário: 9h30Local: Distrito de Rosário, Correntina-Bahia
Operação deflagrada pelo MPBA e PF combate fraudes bancárias na Bahia
Dois mandados de prisão e dez de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Itabuna e Entre Rios Dois mandados de prisão preventiva e dez de busca e apreensão estão sendo cumpridos na manhã desta sexta-feira, dia 6, pelo Ministério Público do Estado da Bahia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), e a Polícia Federal nas cidades de Itabuna e Entre Rios. O objetivo da operação, denominada “Amêndoa Negra”, é o combate a fraudes cometidas contra a Caixa Econômica Federal e outras instituições bancárias. Investigações apontam a realização de diversos empréstimos através de contas bancárias fraudadas, os quais causaram um prejuízo que ultrapassa os R$ 500 mil para as instituições bancárias. As apurações, que tiveram o apoio da Centralizadora Nacional de Segurança e Prevenção a Fraude (Cefra), da Caixa Econômica Federal, detectaram que foram abertas 17 contas bancárias em agências das cidades de Conceição do Coité, Prado, Valença e em São Paulo, com a utilização de documentos falsos, tendo o único intuito de obter recursos através de empréstimos fraudulentos. A Polícia Federal passou a seguir o destino dado ao dinheiro que entrava nas contas bancárias abertas com documentos falsos e identificou parte do grupo beneficiado com as fraudes. Os mandados de prisão e busca e apreensão cumpridos hoje foram expedidos pela 17ª Vara Federal da Seção Judiciária de Salvador. Amêndoa Negra O nome da operação foi escolhido em razão da associação simbólica com o processo de ocultação, característica marcante da atuação do grupo investigado. A amêndoa, apesar de possuir um interior claro e vulnerável, é protegida por uma casca rígida e escura, que dificulta seu acesso. Essa metáfora representa, no contexto criminal, o modo como a organização estruturou suas fraudes bancárias: utilizando camadas de dissimulação, contas de passagem, laranjas e mecanismos artificiais de proteção para ocultar a origem e o destino dos valores ilícitos. Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro.
PM define esquema de segurança para o Ba-Vi da final do Baiano com quase 500 policiais
A Polícia Militar da Bahia anunciou um forte esquema de segurança para o clássico BaVi que decide o Campeonato Baiano. Ao todo, quase 500 policiais militares serão mobilizados para garantir a tranquilidade dos torcedores dentro e fora do estádio. A operação contará com policiamento reforçado nas principais vias de acesso, estações de transporte e áreas próximas ao estádio, além da presença de unidades especializadas que atuarão no monitoramento e prevenção de possíveis ocorrências antes, durante e após a partida. O clássico entre Bahia e Vitória é um dos confrontos mais tradicionais do futebol brasileiro e costuma reunir milhares de torcedores. Por isso, o planejamento inclui patrulhamento estratégico, escolta de torcidas organizadas e acompanhamento das movimentações nas imediações do estádio. A Polícia Militar reforça ainda o pedido para que os torcedores cheguem com antecedência, sigam as orientações das autoridades e mantenham o espírito esportivo, contribuindo para que a grande final do futebol baiano seja marcada apenas pela emoção dentro de campo. A expectativa é de que, com o reforço no efetivo e o planejamento operacional, o BaVi da final seja um espetáculo de futebol, segurança e respeito entre as torcidas.
Segurança no BaVi: o verdadeiro resultado que precisamos
Sábado, 07 de março, não é apenas dia de futebol. É dia de Ba-Vi, um dos maiores clássicos do Brasil, quando Esporte Clube Bahia e Esporte Clube Vitória entram em campo e a emoção toma conta de milhões de torcedores. Mas antes de qualquer gol, existe um resultado que todos precisamos garantir: a segurança de quem vai ao estádio. O BaVi é paixão, história e rivalidade. Porém, essa rivalidade precisa ficar apenas dentro das quatro linhas. Fora delas, somos todos parte da mesma cidade, da mesma festa, da mesma paixão pelo futebol. Nenhuma camisa vale mais do que uma vida.Nenhuma provocação vale mais do que voltar para casa em segurança.Nenhum resultado no placar vale mais do que o respeito entre torcedores. O verdadeiro clássico começa com consciência e termina com todos voltando para casa em paz. Torça. Vibra. Cante.Mas lembre-se: futebol é espetáculo, não é guerra. Neste sábado, que o maior vencedor do Ba-Vi seja a paz dentro e fora do estádio.
‘Operação Ágora’ prende empresários investigados por sonegar mais de R$ 10 mi em impostos
Força-Tarefa cumpriu mandados de busca e prisão em Salvador e Alagoinhas A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal na Bahia deflagrou na manhã desta quinta-feira, dia 5, a ‘Operação Ágora’, que investiga a prática de sonegação fiscal por empresários do setor de comércio varejista de alimentos, que teriam sonegado ao Estado da Bahia mais de R$ 10 milhões em impostos (ICMS). Foram cumpridos um mandado de prisão e 10 mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador e Alagoinhas. Em Alagoinhas, houve tentativa de fuga do investigado, no entanto as equipes da Polícia empreenderam diligências e cumpriram a prisão do homem. Segundo a apuração, o grupo estruturou um esquema de sucessivas constituições e encerramentos simulados de pessoas jurídicas, todas explorando a mesma atividade econômica, com o objetivo de fraudar a fiscalização tributária, frustrar a cobrança de créditos tributários de ICMS e blindar o patrimônio. As apurações da Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip), do Ministério Público e da Polícia Civil, na Bahia, identificaram que o grupo deixava de recolher aos cofres públicos, no prazo legal e de forma continuada, o ICMS declarado e se valia de diversas manobras para sonegar o tributo, como a omissão de lançamentos na escrituração fiscal e a sucessão fraudulenta de empresas vinculadas entre si, mediante interpostas pessoas sem capacidade econômico-financeira, com a intenção de esconder seus reais proprietários e dar continuidade operacional às empresas que eram “abandonadas” com vultosas dívidas fiscais. O grupo se valeu, ainda, de uma holding patrimonial criada após o ajuizamento das execuções fiscais, com a finalidade de blindar o patrimônio e dissimular a estrutura empresarial ilícita. Segundo a Força-Tarefa, a operação é fruto da intensificação das ações em face de fraudes tributárias e da prática de declarar o débito de ICMS e não repassar o imposto à Fazenda, de forma contumaz, o que configura crime contra a ordem tributária, e que muitas vezes serve apenas para dissimular fraudes ainda mais graves. A Força-Tarefa ressalta que estas práticas criminosas causam graves danos à coletividade, especialmente considerando que o imposto foi efetivamente pago pelos consumidores e não repassado aos cofres públicos, resultando em perda de receitas necessárias às políticas públicas e serviços essenciais para a população. A operação contou com a participação de cinco promotores de Justiça, 14 Delegados de Polícia, 60 policiais do Necot/Draco, 10 servidores do Fisco Estadual, 10 servidores do MPBa, e 16 policiais da Companhia Independente de Polícia Fazendária (Cipfaz). Força-TarefaA Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal é composta pelo Grupo Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) do MPBa, Inspetoria Fazendária de Inteligência e Pesquisa (Infip) da Sefaz e pelo Núcleo Especializado no combate aos Crimes Econômicos e contra a Ordem Tributária (Necot/Draco), da Polícia Civil da Bahia.